O calendário do Imposto de Renda 2026 já está em vigor, trazendo consigo as expectativas sobre as novas faixas de tributação e o uso intensivo de tecnologia pelo Fisco. Este ano, o período de entrega consolida o intervalo de março a maio, permitindo que o contribuinte tenha mais tempo para organizar o volume de informações exigidas pela Receita Federal.
A grande expectativa do mercado gira em torno da progressividade da tabela. Segundo Yuri Braga, da Assessoria Empresarial MB, a organização antecipada continua sendo o melhor caminho para evitar a malha fina.
"O contribuinte precisa entender que a Receita Federal está cada vez mais eficiente no cruzamento de dados. Com a ampliação da declaração pré-preenchida, o sistema já aponta informações de fontes pagadoras e instituições financeiras. O papel do cidadão agora é de conferência rigorosa, especialmente em despesas dedutíveis como saúde e educação", afirma Yuri Braga.
Foco na Isenção e Restituição
A discussão sobre o teto de isenção de R$ 5 mil é outro ponto de atenção. Embora a medida tenha impacto direto no bolso de milhões de brasileiros, as regras de transição exigem cuidado técnico no preenchimento do programa.
Para quem busca receber o valor da restituição nos primeiros lotes, a estratégia envolve tecnologia e prioridades legais. Braga ressalta que o uso do Pix e da modalidade pré-preenchida são diferenciais competitivos.
"Hoje, a velocidade da restituição está atrelada à digitalização. Quem opta por receber via Pix (chave CPF) ou utiliza a declaração pré-preenchida entra na fila de prioridade logo após os grupos preferenciais, como idosos e professores. É uma forma do governo incentivar a conformidade de dados", pontua o especialista da Assessoria Empresarial MB.
Documentação em dia
A recomendação para as próximas semanas é reunir os informes de rendimentos bancários e de corretoras, além de recibos médicos que contenham o CPF ou CNPJ do prestador. Para os investidores de renda variável, o controle mensal feito ao longo de 2025 será determinante para uma entrega sem sobressaltos. A Receita Federal espera receber um volume recorde de declarações entre o dia 23 de março até o dia 29 de maio, reforçando que o atraso gera multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.
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